Serial · Frame log · Channel map · Test sweep
Connect via the link button on the Console header.
Drives selected fixtures with a deterministic pattern so you can verify both the DMX output and the simulator respond.
Força Blackout off, GM 100% e escreve 255 em todos os 512 canais do U1. Use para confirmar se a interface está realmente entregando DMX ao aparelho.
Se nada acender mas o QLC+ funciona com a mesma interface, o adaptador é Open DMX/FT232 e o navegador não consegue gerar o BREAK DMX. Use o modo Bridge ws.
Interfaces Open DMX / FT232 confundem bytes 0x00 com BREAK curto quando o BREAK é por software. Vários zeros seguidos = perda de sincronismo de slot = piscadas.
Solução: DMX FLOOR — todos os 512 canais ficam com valor mínimo (1 por padrão). 1/255 ≈ 0,4% — invisível na luz, mas elimina os zeros que confundem o receptor.
Já vem ligado por padrão. Toggle no Header ou na tela DMX 512. Blackout continua zerando tudo (segurança tem prioridade).
No bridge .exe, a mesma proteção roda via SIPE_DMX_FLOOR=1 (padrão). Apague release/ e rode Build SIPE Light.bat para regenerar.
Opção rápida (Node.js + serialport):
npm i ws serialport node dmx-bridge.js
Exemplo mínimo de dmx-bridge.js:
const { WebSocketServer } = require('ws');
const { SerialPort } = require('serialport');
const port = new SerialPort({ path: process.env.DMX_PORT || 'COM3',
baudRate: 250000, dataBits: 8, stopBits: 2, parity: 'none' });
const wss = new WebSocketServer({ port: 9999 });
wss.on('connection', (ws) => ws.on('message', (data) => {
port.set({ brk: true }, () => setTimeout(() => port.set({ brk: false },
() => port.write(Buffer.concat([Buffer.from([0]), Buffer.from(data)]))), 1));
}));Alternativa robusta: instalar OLA e usar um WS adapter para o universo 1.
No app, selecione Bridge ws e aponte para ws://127.0.0.1:9999.
| Time | Bytes | Active ch | Peak | First 16 slots (hex) |
|---|---|---|---|---|
| No frames yet — link the interface from the console header. | ||||